quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Marley & Eu


Aluna : Pamela Deoclecio


       




Ficha Literária:
Livro: Marley & Eu
Autora:John Grogan 
Editora: Ediouro
Número de páginas: 302
1º Edição 2006

  

     Resumo:
O Livro conta a história de Jonh e Jenny um casal que acaba de se casar, e resolve começar uma família, Jenny começa a pensar em ter filhos, Jonh que acaba de ser contratado em um jornal local para ser um colunista acha que o casal ainda não estava pronto para uma experiência como essa, então resolve comprar um cachorro para que ele e Jenny começassem a se preparar para um filho, Jonh leva Jenny para escolher o filhote que mais gostasse Jenny assim vê o filhote entrando pela sala, percebe que ele seria o cachorro ideal para o casal, então o escolhe, John decide homenagear seu cantor predileto colocando o nome do filhote de Marley.
John começa a fazer sucesso em sua coluna contando suas experiências com Marley que a medida que o tempo passava ficava maior, mais brincalhão, mais comilão e que aprontava todas .
Marley era a alegria da casa quando não estava comendo algo, estava latindo por que tinha medo de trovões , Marley adorava comer mangas e com isso Jonh sempre tinha muito trabalho ao limpar as sujeiras do seu cãozinho, além dos gastos com os sacos de ração que por dia era quase meio.
Marley é um Labrador muito atentado que consegui ser expulso do centro de adestramento para cães, que consegue também comer uma secretaria eletrônica e um telefone inteiros. Com o Passar do tempo o cão comilão e muito bagunceiro se torna um cão quieto e bem velho , Marley estaria nas ultimas, após um problema de saúde ele não sobreviveria a mais uma cirurgia então Jonh resolve então acabar com o sofrimento do cão.
Marley sempre foi muito querido pela família e sempre seria lembrado com muito carinho, quando Marley falece todos ficam muito chateado e decidem fazer um enterro no quintal de casa para se despediram, Jenny diz que a família começou quando eles resolveram comprar o Marley, as crianças se despedem chorando muito e Jonh nunca se esquecera de que Marley foi seu melhor amigo, de que ele não se importava se ele era burro ou inteligente, se ele tinha ou não dinheiro , pois um graveto para ele já estava de bom tamanho, e que se ele desse seu amor para ele, Marley iria dar o dele ao seu dono.
O Livro é emocionante e vale apena conferir as aventuras de Marley e de como ele ficou na memória de todos.
 Análise Crítica da Obra:
 O livro é muito emocionante, ele é humor e drama, chorei um pouco ao ler o livro, e também faz com que percebemos que é importante dar valor não somente as pessoas mas também aos animais. Recomendo esse livro pois ele é muito bom, e pode emocionar a você também .

domingo, 29 de novembro de 2015

Anjos e Demônios

Alunas : Raissa Nobre e Shirley Souza





Livro: Anjos e Demônios 
Autor: Dan Brown
Editora: Sextante ( Ficção)
Número de Páginas: 416
         

                     O livro conta a primeira aventura de Robert Lagdon, professor de simbologia de Harvard. Lagdon recebe um telefone onde introduz um mistério de um assassinato de um físico Leonardo Vetra, entre esse telefone ele recebe um fax, onde na folha a uma palavra "Illuminati"se encontra. Maximilian  Kohler físico de Partículas Discretas pede ajuda a Lagdon para desvendar o porque seu amigo tinha sido assassinado e porque a palavra marcada em seu peito.
                    Lagdon então vai para a Suíça, onde se encontra com Kohler e leva ele para a CERN (Conseil Européeen pour la Recherche Nucléaire), lá Lagdon conhece o laboratório do físico morto e se assusta ao ver que além de físico ele também era um padre e que tinha uma filha adotiva Vittoria Vetra. Durante seu período conhecendo o desvendando, descobrindo enigmas junta com a filha do físico Lagdon sente uma pequena atração por ela, em seguida eles vão para a Cidade do Vaticano em Roma, onde 4 cardeais mais cotados para a secessão papal tinha sido sequestrado, nesse tempo estava ocorrendo o conclave para decidir o novo papa (período em que o Papa João Paulo II tinha sido morto), lá eles descobre que o Illuminati estava por ali e quem tinha sequestrado era ele. 
                 Correndo contra o tempo Lagdon e Vittoria Vetra vão atrás do Hassassin, pois junto dele estava uma bomba de partículas muito poderosa que em temperatura baixa a bomba devastaria o Vaticano inteiro, nessa aventura Lagdon passa por muitas igreja, catedrais e criptas, desvendo enigmas onde leva para o covil do Illuminati, onde estava a bomba. Uma aventura em busca da salvação da Igreja nessa guerra de ciência e religião. 

Análise e Crítica: O livro é realmente extraordinario,como o autor soube impor os personagens muito bem, e como ele explica cada enigma registrado, o libro realmente chama a atenção não só pelo nome mas pelo seu resumo percebemos como deve ser interessante descobrir e desvendar os mistérios dos Illuminati. Existe o filme e não vejo diferença entre os dois, apesar de ter cenas e partes do filme que começa diferente e partes que tem no livro e que não colocaram no filme, realmente gostamos muito do livro.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O Pequeno Príncipe



 Aluna: Ana Luiza Paulino Silva


 

Nome do livro: O Pequeno Príncipe
Título original: Le Petit Prince
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Tradução: Dom Marcos Barbosa
Editora: Agir Editora LTDA
Número de páginas: 96 páginas 
Rio de Janeiro  - 2009



Quando eu tinha apenas 6 anos, vi em um livro algo sobre jiboias, sobre como eram perigosas e podiam engolir suas presas com uma única bocada e sem nem mesmo mastigar, depois adormeciam por meses até completarem sua digestão. Foi então que após refletir fiz meu primeiro desenho, porém as pessoas grandes não o compreendiam. Tentei então fazer o desenho aberto para que fossem capazes de entender, porém fui aconselhado a esquecer da carreira de artista e me preocupar com coisas “importantes” como geografia, história e matemática. E foi assim que com passar do tempo, acabei me tornando piloto de aviões, vivendo como uma pessoa grande e sonhando em conhecer alguém diferente, com quem realmente pudesse conversar. Um dia tive de fazer um pouso de emergência no deserto do Saara, no pouso meu avião foi danificado, e como eu estava sozinho teria de me virar com o conserto para sobreviver pois eu possuía ali comigo apenas água e comida para 8 dias. Na primeira noite adormeci na areia, e fui acordado na manhã seguinte com um pequeno garoto pedindo que lhe desenhasse um carneiro, porém eu havia sido desencorajado dessa vida de artista aos 6 anos, então fiz o que eu sabia desenhar, uma jiboia porém ele me disse que não queria uma jiboia, e sim um carneiro. Após tentativas falhas, desenhei-lhe uma caixa com furos e lhe disse que seu carneiro estava ali. Ele satisfeito e explicou que aquele eras perfeito para onde morava, pois era um lugar muito pequeno. E foi assim que conheci o pequeno príncipe.
O pequeno, normalmente fazia muitas perguntas e raramente respondia as minhas ao seu respeito, com muito custo descobri que seu planeta era pequeno como uma casa, após pensar bastante concluí que ele devia habitar o asteroide B 612. Dia pós dias eu descobria novas informações sobre o garoto, onde vivia, sua viagem... No quinto dia juntos, o pequeno  perguntou-me se carneiros comiam flores, e concordei sem lhe dar muita atenção, e quando notei seu rosto estava coberto de tristeza. Descobri então que isso foi porque o príncipe em seu planeta havia deixado uma rosa, e ele a amava, ela havia lhe conquistado e ele não queria que ela morresse, disse a ele que lhe daria uma focinheira para seu carneiro, para que ele não comesse a frágil rosa.  Antes de vir para terra o pequeno conheceu os asteroides 325, 326, 327, 328, 329 e 330. O primeiro era realmente pequeno, menor que o planeta do pequeno príncipe, nele habitava um rei que não tinha onde reinar, pois só seu manto cobria praticamente todo o território. No segundo encontrou um vaidoso, porém era cansativo sempre elogiar então partiu para o terceiro, nele encontrou um velho bêbado triste, que bebia por sentir vergonha de beber. O quarto possuía um empresario que se intitulava dono de todas as estrelas que podia contar e vivia para isso, o quinto possuía um lampião e um acendedor, este fazia sem trabalho incessantemente, este foi o único de quem o pequeno realmente gostou. Por fim o sexto, nele havia um geógrafo, que foi quem lhe deu a ideia de visitar a Terra. Então ele partiu em direção a Terra. Ao chegar na terra o primeiro amigo que o pequeno fez foi uma cobra, ele a conheceu, conversaram e depois ele partiu. Em seguida ele conheceu uma florzinha do deserto com apenas três pétalas, esta ele apenas cumprimentou e seguiu seu caminho. Subiu depois uma montanha e tentou falar com eco, porém o eco não respondia.. Ele apenas repetia. Em seguida visitou um jardim, onde haviam muitas rosas e por um momento se decepcionou pois pensava que sua rosa era única e naquele momento percebeu que existiam muitas outras iguais. Depois destes ele conheceu uma raposa, esta ele teve de cativar dia pós dia até que se tornassem amigos, e assim, mesmo depois te partir um ainda estaria vivo na memória do outro, e graças a ela ele percebe quem a fim sua rosa não era como as outras pois eles haviam se cativado. 
Tristemente chegamos ao oitavo dia no deserto, bebi minhas ultimas gotas de águia naquele dia, então ele sugeriu que fôssemos atrás de um poço, após uma longa caminhada encontramos um poço, ali estava minha salvação. Em seguido o principezinho sugeriu que eu voltasse a trabalhar em meu avião, concordei e fui. Depois de trabalhar caminhei de volta em direção ao poço. Próximo ao poço havia um muro  e em cima dele estava o garoto, ele conversava com alguém, e fui conferir porém era incapaz de ouvir a segunda pessoa. A cerca de 20 metros do muro pude ouvi-lo perguntar a quem estivesse do outro lado do muro, se o veneno era realmente bom e mandando que voltasse a noite, me aproximei mais e percebi ser uma enorme e venenosa serpente. Perguntei a ele o que era aquela conversa e ele me disse que iria embora naquela noite, senti meu coração apertar. Ele me contou que naquela noite faria um ano que havia chegado a Terra, eu não concordava com aquilo mas não havia o que fazer.
Mais tarde quando ele partiu nem mesmo percebi, porém quando me dei conta fui atrás, ao acompanha-lo ele me disse que não deveria o ter seguido, que aquilo me faria sofrer, que seu corpo agora seria como uma concha vazia.Porem insisti em o acompanhar.Permaneci com ele vendo seu corpo ficar cada vez mais fraco, não havia mais o que fazer, era um veneno letal. Após deita-lo confortavelmente fiquei por ali e acabei pegando no sono. Quando acordei o pequeno príncipe havia desaparecido, sem deixar marcas. Hoje se passaram seis anos desde o acontecido e as vezes ainda fico triste e a contemplar estrelas lembrando de tudo que aconteceu. Pego-me muitas vezes pensando sobre o que havia lhe acontecido, se teria voltado ao seu planeta, a sua rosa, se o carneiro não comeria a rosa... Por fim faço um pedido a todos. Se algum dia tiverem chance de ira África, ao deserto a noite, contemplem o céu e esperem um pouco e contemplem o seu. E se por acaso encontrarem por lá um pequeno menino de cabelos dourados, escrevam-me depressa dizendo que ele voltou...



Crítica à obra: 
Eu gostei bastante do livro, pois ele trás consigo uma espécie de ensinamento sobre como a gente cresce e de repente a maior parte das coisas começam a não importar mais tanto assim. Com uma linguagem simples, é um livro tanto para crianças como para adultos. Apesar de no fim eu ter esperado um desfecho diferente onde o pequeno príncipe ficasse com o amigo, achei interessante a forma de finalizar feita pelo autor provocando a imaginação de cada leitor para que cada um imaginasse para si o que poderia ter acontecido após sua partida.

O Inventor de Jogos

Alunos: Alexandre Knupp e Ronaldo Torres

Livro: O inventor de Jogos
Autor: Pablo de Santis
Editora: Girafinha
Número de páginas: 266
Edição: 1 

Resumo
    Uma estória que tem um grande potencial mas deixa desejar. Aos 7 anos, Iván Dragó levava uma vida tranquila com seus pais. Até uma ida a um parque de diversões fazer sua pacata passagem na terra ganhar nova proposta: propositalmente, num jogo de tiro ao alvo, ele erra todos os tiros para ganhar o "prêmio de consolação", uma revista das 'As Aventuras de Vitor Jade'. Mergulhado naquela leitura, ele se depara com uma propaganda de um concurso da Companhia de Jogos Profundos S.A, cujo o objetivo era que o participante enviasse à companhia um jogo de autoria própria. Apaixonado por jogos de tabuleiros, cartas, charadas e etc, paixão cultural herdada de seu avô Nicolás Dragó, o garoto decide participar do concurso.

 Depois de muitas alterações, seu jogo (abriu mão da ideia inicial, com os desenhos das casas a serem avançadas e completadas com desenhos de objetos que corresponderiam ao que cada jogador planejasse para seu futuro), Ivan encaminha uma folha em branco para que os jogadores possam definir em conjunto a forma do seu jogo. Certo tempo depois, Iván recebe uma resposta da cia junto com uma tatuagem com a insígnia dos Jogos Profundos S.A. Colocada na palma de sua mão, Ivan logo percebe que aquela tatuagem "que vem em chiclete" não iria sair dali nunca mais e junto com ela, eventos fora do normal. Os anos se passam e aquele concurso ainda não saiu da memória de Ivan. Quem teria ganho? Porque ninguém mais comentava sobre isso? 

 Após que os eventos "fora do normal" que citem se apresentarem no livro (Não falarei deles para não perder a graça do enredo - alguns deles presentes na sinopse), Ivan passa a morar com seu amado avô na agora despovoada Zyl, uma misteriosa cidade que já foi um prospero centro de jogos, mas que caiu em desgraça depois das ações maléficas de Morodian, que a propósito é um personagem/vilão mal trabalhado.

 Um livro que tem uma excelente proposta, uma estória com potencial e que termina sem grandes emoções. Dividido em três partes, a primeira parte introdutória é ascendente e divertida, mesmo com as desventuras de Iván. A segunda parte cai no marasmo e oscila bastante entre momentos interessantes a altamente desnecessários e/ou superficiais. Na parte complementar, o nível mediano se mantem. 

 Não há muito o que ser dito e avaliado sobre a criação de Pablo de Sanctis. Mesmo sendo a segunda vez que leio a obra, pouco acrescentou diante a minha primeira leitura. Vale pelo passatempo mas não esperem uma grande estória.

Análise Crítica da Obra
  
   O história é muito interessante, é uma leitura é rápida, não pela quantidade e/ou pelo tamanho do livro mas pelo enredo da história que faz com que o leitor tenha vontade de ler o livro todo.
    

O Alienista - Machado de Assis



Alunas: Luiza Emanuela C.  e Suellen Sthefanie.


Nome do livro: O Alienista
Autor: Machado de Assis
Editora: L&PM
Porto Alegre - 2009
48 páginas


O livro conta a historia de um médico chamado Simão Acamarte, que resolveu voltar para sua cidade natal, Itaguaí, comunica o rei e volta. Chegando lá conhece uma senhora chamada D. Evarista que não era bonita  e nem simpática, mas Simão se casa com ela por ela ser saudável e que poderia lhe dar filhos fortes e grandes, mas infelizmente isso não acontece. Então ele resolve se dedicar aos seus estudos da mente e abre uma clinica psiquiátrica chamada Casa Verde. Daí, em diante ele com ela a internar nessa clínica pessoas que considera louca e começam  a chegar pessoas de outras cidades para serem internadas. Simão interna pessoas de Itaguaí que não são loucas e acaba revoltando a população. Acontece uma manifestação contra o Alienista pedindo fechamento da Casa Verde, mas os vereadores não apoiam, pois o alienista tem liberdade para internar estas pessoas por ser médico, então o barbeiro da cidade Porfírio, comela a liderar esse manifesto e rodos resolvem ir à casa de Simão, mas ele sai de sua casa e ameniza a situação dizendo que não explicaria nada a eles, pois não entenderiam, mas que suas pesquisas estavam em andamento e ele descobriria a cura para loucura.
            Vários manifestantes se tranquilizaram, mas Porfírio consegue agita-los novamente contra o Alienista. Os vereadores decidem mandar os dragões (soldados) para combater este grupo de revoltados chamados “Os canjicas”, mas os canjicas conseguem vencer os dragões e a maioria deles passa para o lado dos revoltosos, menos o capitão.
Então eles tomam a câmara municipal e colocam Porfírio no poder. Dias se passam e ele decide não fazer nada contra o Alienista e decide visita-lo para dizer que não faria nada contra ele, mas somente s ele soltasse seus pacientes. Então Simão deduziu que Porfírio também estava louco, pois tem descarança e o interna também. Assim que Porfírio perde o poder da câmara para outro barbeiro. Os vereadores voltam ao poder e Simão após prender sua esposa ao vê-la de madrugada escolhendo qual colar usar, e a população se revolta, depois de um tempo Simão resolve mandar uma carta para o governador dizendo que ia soltar os loucos e prender os que estavam soltos, pois deduziu que os loucos eram os que eram normais. Simão solta os loucos e prende os outros.
Vários dias depois Simão diz que descobriu que a aura para ele e os soltam, a cidade de Itaguaí volta a ter paz. Então Simão diz que nunca houve loucos na cidade e 17 meses depois morre.



Crítica:
O livro é bastante complexo, pois mostra como é a vida nos tempos de hoje, mas tem pontos positivos como mostrar que a democracia funciona em alguns casos e que somente quando as pessoas decidem se juntar pode haver mudança, mas por outro lado mostra a violência e desordem, corrupção e falta de profissionalismo do médico Simão por se envolver de mais em seus estudos e não saber mais quem estava certo afinal.
Em geral tem um aspecto irônico e comediante, depende do ponto de vista de cada leitor.

A Megera Domada.

Aluna: Rosyane Kássia F. Alves Oliveira.



Nome da Obra: A Megera Domada.
Título original: The taming of the shrew.
Autor: William Shakespeare.
Editora: Moderna.
Número de páginas: 200. 
Tradução e adaptação: Walcyr Carrasco.
2º edição – São Paulo.

Em “A Megera Domada” conta a história de duas irmãs.  A mais velha, Catarina que é brava e briguenta. A caçula, Bianca, é gentil e atrai vários pretendentes. O pai delas, Batista Minola é um rico mercador da cidade de Pádua, na Itália, e decide que Bianca só se casará depois da irmã e a proíbe de ser cortejada por seus apaixonados.
A partir disso, chega a cidade Lucêncio, com seu criado Trânio. Lucêncio é um rico herdeiro de um comerciante de Pisa. Quando Lucêncio vê Bianca ele se apaixona por ela. Ele decide se disfarçar de professor particular e consegue ser contratado por Batista, assim ele tem a oportunidade de cortejá-la durante as aulas. Ao se disfarçar, ele troca de lugar com seu criado Trânio que finge ser Lucêncio e também faz de interessado em Bianca. Seu objetivo é afastar os outros apaixonados pela moça. Os outros dois pretendentes de Bianca são Hortênsio e Grêmio. Diante da proibição de Batista, eles decidem arrumar um marido para Catarina, para que Bianca fique livre para aceitar um deles como marido.
Chega a Pádua um amigo de Hortênsio, Petrúquio decidido a se casar com moça rica. Apesar da terrível fama da moça, Petrúquio diz que se casará com qualquer megera que tiver um bom dote. Hortênsio também se disfarça de professor de música e consegue ser contratado por Batista.
No primeiro encontro, Catarina insulta Petrúquio várias vezes e ele responde como se ela o elogiasse e diz que se casará com ela no domingo seguinte.
Enquanto isso acontece, Lucêncio tenta conquistar Bianca. Ele usa um texto em latim em que cada frase é utilizada para se declarar à jovem e Bianca não reage com indiferença. Mas Hortênsio não consegue ir adiante com suas lições. Trânio, como Lucêncio, consegue se impor diante do outro rival, Grêmio. Mas Batista exige que o pai de Lucêncio, Vicêncio, garanta as promessas financeiras feitas pelo filho. Trânio contrata um velho professor recém-chegado a Pádua para se passar por Vicêncio, e marca a assinatura do contrato de casamento com Bianca de acordo com as exigências de Batista. No domingo do casamento, Petrúquio chega à Igreja atrasado e malvestido, para horror de Catarina. Após a cerimônia, Petrúquio recusa-se a ficar para a comemoração e exige que Bianca vá com ele para sua casa de campo. Durante o caminho, ela cai do cavalo sobre a estrada cheia de lama.
Em casa, Petrúquio finge estar preocupado pelo bem-estar da mulher e atira a comida no chão afirmando não estar boa, e durante a noite ele tira lençóis, cobertores e travesseiros da cama, dizendo que não estão à altura de Catarina. Assim, ela fica sem comer e sem dormir.
No dia seguinte, ele decide voltar a Pádua, para visitar Batista. Manda trazer o vestido luxuoso que encomendou para ela, mas devolve o vestido ao costureiro por ser segundo ele diz, horrível e malfeito. Catarina se irrita pois gosta do modelo. Exausta de fome e sono, Catarina começa a ceder. Petrúquio só a alimenta quando lhe oferece um prato feito por ele mesmo.
Durante a viagem de volta, Petrúquio garante que o sol é a lua e faz Catarina concordar para depois discordar. Mais tarde, eles encontram um velho no caminho que também viaja. Petrúquio diz que o velho é uma moça, e Catarina é obrigada a cumprimenta-lo como se fosse mulher. Mas assim que ela faz isso, ele muda de opinião e declara-se espantado por ela confundir um velho enrugado com uma jovem. O viajante é o rico Vicêncio, de Pisa, pai de Lucêncio. Ao chegar a Pádua, Vicêncio se espanta ao descobrir impostores em seu lugar e no de seu filho. Ele acredita que Lucêncio tenha sido morto e que outro tenta se passar por ele. Trânio e o professor neste momento estão com Batista, para assinar o falso contrato de casamento. Vicêncio tenta pedir ajuda aos policiais, mas é quase preso por eles, já que ninguém acredita que ele é o verdadeiro Vicêncio. Só então surge o verdadeiro Lucêncio. Ele aproveitou a saída de Batista para levar Bianca até uma Igreja e casar-se com ela. Diante dos fatos, Batista aceita o matrimônio dos dois jovens. Mesmo porque, desfeita a confusão, o verdadeiro Vicêncio lhe dá as garantias financeiras pedidas.
Hortênsio acaba se casando com uma viúva. E os três casais comemoram as bodas. Petrúquio aposta com os outros: quem será a esposa mais obediente? Lucêncio e Hortênsio mandam chamar suas mulheres, mas elas dão uma desculpa e não aparecem. Quando Petrúquio chama Catarina, ela vai imediatamente, depois disso traz as outras duas e faz um discurso sobre a melhor maneira de a mulher tratar o marido.
Para espanto de todos, a megera foi domada!

Análise crítica:
O livro retrata uma história diferente de hoje. Antigamente os pais escolhiam os maridos para as filhas mas hoje é completamente diferente. O livro é antigo e ao mesmo tempo engraçado. William Shakespeare é um escritor bastante conhecido em todo o mundo, principalmente por suas peças muito populares que merecem ser adaptadas para o cinema e para a televisão. No livro “A Megera Domada” é uma comédia do século XVI que retrata como as coisas eram antigamente, e hoje, século XXI, podemos ver que é muito diferente.